Assembleia de Deus - Potim
Dc Marco Pamplona retorna depois de 2 meses da venezuela.
fotos missionárias em breve
Hermenêutica Bíblica
As três perguntas: 24 E, quando Jesus ia saindo do templo, aproximaram-se dele os seus discípulos para lhe mostrarem a estrutura do t...
denioldon
sábado, 13 de abril de 2013
sábado, 15 de dezembro de 2012
O Compromisso do Povo da Aliança
O livro do profeta Ageu.
O livro trata de três
problemas comuns a todos os povos em todos os tempos e oferece três soluções
inspiradoras àqueles problemas. O primeiro é o desinteresse
(1.1-15). O povo havia retornado do exílio com o propósito determinado de
reconstruir o templo em Jerusalém (Ed 1.2-4) e eles haviam iniciado sua tarefa
determinada; mas a oposição apareceu, e o trabalho cessou. O povo havia se
tornado mais preocupado com a construção de casas bonitas para eles mesmos,
talvez numa tentativa de apagar a memória do seu exílio numa terra estranha
(1.4). Para despertá-los da sua atitude de indiferença, Deus fala duas vezes ao
povo. Primeiro eles precisam perceber que são infrutíferos (1.5-6), porque eles
tinham abandonado a Casa de Deus e ido para sua própria casa (1.7-9). Todo o
esforço deles para construir seu próprio reino nunca produzirá resultados
permanentes. Após ver seu problema, o povo, precisa entender que Deus irá
aceitar o que eles fazem, afim de que Deus seja glorificado, se eles entregarem
a ele o que eles têm (1.8).
O segundo problema é o
desencorajamento
(2.1-9). Algumas das pessoas mais idosas do grupo que retornou do exílio tinham
visto o templo de Salomão, quando eram ainda crianças, de modo que nenhuma
construção, embora bonita, podia ser comparada com a glória daquele antigo
templo (2,3). O desencorajamento das pessoas mais velhas havia rapidamente influenciado
as mais jovens, de modo que, menos de um mês após o início da reconstrução, a
obra do templo havia cessado. Mas, novamente, Ageu leva uma mensagem destinada
a tratar decisivamente do desencorajamento. A solução tem duas partes: uma
trata do problema urgente; a outra de uma solução de longo alcance. Por hora,
basta ao povo esforçar-se e trabalhar (2.4). A outra serve para combater o
desencorajamento é para os construtores saberem que eles estão construindo para
o dia em que Deus
encher essa casa com a glória que será
maior do que do templo de Salomão (2.9).
O último problema que
Ageu tem de enfrentar é o problema da insatisfação (2.10-23). Agora que o povo está
trabalhando, eles esperam uma inversão imediata de todos os seus anos de
inatividade. Então, o profeta vai com uma pergunta aos sacerdotes (2.12-13)
acerca das coisas limpas e imundas e da influência deles sobre outra. A
resposta dos sacerdotes é que a imundície é infecciosa, enquanto a santidade
não é. A aplicação é óbvia: não espere que o trabalho de três meses desfaça a
negligência de dezesseis anos. A próxima palavra do Senhor ao povo é uma
surpresa: “Mas desde este dia vos abençoarei” (2.19). O povo precisava
entender que as bênçãos de Deus não
podem ser ganhas como pagamento, mas vão como dádivas graciosas de um Deus
doador. Deus escolheu Zorobabel para ser um anel de selar (2.23), isto é, para
representar a natureza de servo a ser cumprida, finalmente, no mais importante
filho de Zorobabel, Jesus Cristo. (Bíblia de Estudo Plenitude)
sábado, 30 de junho de 2012
As dez pragas
Estas
terríveis pragas tiveram por fim levar Faraó (Faraó, era o título dado ao
monarca do Egito) a reconhecer e a confessar que o Deus dos hebreus era
supremo, estando o seu poder acima da nação mais poderosa que era então o Egito
(Ex 9.16; 1Sm 4.8) cujos habitantes deveriam ser julgados pela sua crueldade e
grosseira idolatria.
1 - Águas em Sangue:
Os egípcios tributavam honras divinas ao rio Nilo, e reverenciavam-no como o primeiro dos seus deuses. Diziam que ele era o rival do céu, visto como regava a terra sem o auxílio de nuvens e de chuva. O fato de se tornar em sangue a água do sagrado rio, durante sete dias, era uma calamidade, que foi causa de consternação e terror. (Ex 7.14...)
1 - Águas em Sangue:
Os egípcios tributavam honras divinas ao rio Nilo, e reverenciavam-no como o primeiro dos seus deuses. Diziam que ele era o rival do céu, visto como regava a terra sem o auxílio de nuvens e de chuva. O fato de se tornar em sangue a água do sagrado rio, durante sete dias, era uma calamidade, que foi causa de consternação e terror. (Ex 7.14...)
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Devemos confiar somente em Deus
Devemos confiar
somente no Senhor
Uns
confiam em carro, e outros, em cavalos, mas nós faremos menção do nome do
Senhor, nosso Deus. (Sl. 20.7 R.C)
Este texto tem um fundo histórico muito
interessante que precisamos conhecer para entender melhor a mensagem contida
nele.
O povo de Israel era mesmo um povo
diferenciado dos demais da sua época, digo do tempo de Josué, dos Reis, dos
profetas. Entre tantas diferenças existentes quero destacar apenas uma para
esclarecimento do nosso tema. Diz respeito à preparação para a guerra, enquanto
todos os povos ao seu redor eram experimentados na arte da guerra, Israel fora
escravo. Evidentemente os povos eram armados. A força bélica da época consistia
em carros, cavalos e cavaleiros treinados para a guerra. O poder de força era
medido pela quantidade de carros e cavalos com que o adversário se apresentava.
Quando se colocavam frente a frente nas
batalhas já podiam fazer uma prévia de como seria aquela guerra e qual deles
estava mais confiante. Evidentemente que isso já era uma vantagem muito grande
para os soldados, um incentivo. Daí a fama dos egípcios, assírios, babilônicos,
etc. E o que dizer de Israel? Em que consistia
a sua força?
terça-feira, 15 de maio de 2012
Assinar:
Postagens (Atom)
-
Hermenêutica Bíblica Atos 8.26-31 Disciplina da teologia exegética que ensina as regras para interpretar as Escrituras e a maneira...
-
AULA 01 INTRODUÇÃO O termo "hermenêutica" deriva do grego hermeneuein, "interpretar". A Hermenêutica Bíblica...
-
APOSTILA DE HOMILÉTICA AULA 01 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA HOMILÉTICA HOMILÉTICA: É a ciência que estuda os princípios...