Assembleia de Deus - Potim


Rua Aristides Inácio Rodrigues, 217 - Potim Cultos aos domingos e às quintas-feiras 19.30h EBD aos domingos 9h


Dc Marco Pamplona retorna depois de 2 meses da venezuela.

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Hermenêutica Bíblica

As três perguntas: 24  E, quando Jesus ia saindo do templo, aproximaram-se  dele  os seus discípulos para lhe mostrarem a estrutura do t...

denioldon

terça-feira, 12 de novembro de 2019

As três perguntas:


24 E, quando Jesus ia saindo do templo, aproximaram-se dele os seus discípulos para lhe mostrarem a estrutura do templo. Jesus, porém, lhes disse: Não vedes tudo isto? Em verdade vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derribada.
E, estando assentado no monte das Oliveiras, chegaram-se a ele os seus discípulos, em particular, dizendo: Dize-nos quando serão essas coisas e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundoE Jesus, respondendo, disse-lhes: Acautelai-vos, que ninguém vos engane,porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos. E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai, não vos assusteis, porque é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim. Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares.Mas todas essas coisas são o princípio das dores. Então, vos hão de entregar para serdes atormentados e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as gentes por causa do meu nome. 10 Nesse tempo, muitos serão escandalizados, e trair-se-ão uns aos outros, e uns aos outros se aborrecerão. 11 E surgirão muitos falsos profetas e enganarão a muitos.12 E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos se esfriará. 13 Mas aquele que perseverar até ao fim será salvo. 14 E este evangelho do Reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as gentes, e então virá o fim.

Escatologia


Na continuidade do estudo de Mt 24 será analisado o versículo 15. “Quando, pois, virdes que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, está no lugar santo (quem lê, que entenda)”. Portanto é necessário relembrar o capítulo 9.26,27. Estude as Setenta Semanas de Daniel.
Na metade da última semana em que foi tirado o Messias a profecia diz a respeito do povo do príncipe que viria destruiria a cidade e o santuário e que haveria guerra até ao fim, portanto estão determinadas as assolações.  Observe que reaparece a expressão já estudada anteriormente – até ao fim – agora aparece uma nova expressão “destruição da cidade e do santuário”. Fica claro que é a cidade de Jerusalém e o templo, qualquer entendimento textual diferente é forçar o texto.
É sempre necessário marcar um referencial par o estudo, no caso é o momento em que o Messias fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; e sobre as asas das abominações virá o assolador e isso até a consumação. Bem retornando para a fala de Jesus em Mt. 24 tem-se o momento exato da profecia de Daniel – o Messias ainda está presente, ou seja, ainda não terminou a primeira metade da última semana. Contudo, ainda está respondendo à pergunta dos discípulos “quando serão essas coisas” Palavras da âncoraestudo das três perguntas<Palavras da âncora/span>. Jesus dá um novo referencial.
Estava próxima a morte de Jesus com a qual ele seria então tirado e cessaria os sacrifícios, como já visto que eram sombras que se cumpriram no próprio Cristo. Então segundo o ensino de Jesus para seus discípulos o versículo profético de Daniel ainda não havia se cumprido, contudo eles (os discípulos) veriam o início do cumprimento (v. 15).
Na aula presencial chamo a atenção para o cuidado que se deve ter com as epígrafes, pois separam os assuntos fracionando a leitura e muitas vezes induzindo à interpretação preconcebida como, por exemplo, a epígrafe entre os vvs. 14 e 15 que diz que o assunto a ser tratado é respeito da grande tribulação. Bem não deixa de ser uma grande tribulação que viria, mas não é a respeito da “A grande tribulação” e mesmo porque a expressão nem mesmo aparece no texto.
Na realidade o cumprimento deste versículo (15) se deu com a invasão do comandante romano, Tito. Isso foi terrível para os judeus que viram a cidade de Jerusalém sendo invadida e o templo sendo destruído cumprindo-se a profecia de Daniel e o que Jesus falara que não ficaria pedra sobre pedra. Portanto, Dn 9.27 última parte do  versículo e Mt 24.15 estão no mesmo tempo.  Com essa guerra e as que se seguiriam muitos judeus foram mortos.
Segundo a profecia de Daniel isso duraria até ao fim. Como já estudado o fim se dará com a volta de Jesus e Ele próprio alerta os seus discípulos para não dar atenção para aqueles que marcariam a sua volta, pois quando ela ocorrer todos os olhos hão de ver não será de modo secreto. No nosso próximo estudo v. 29.

sábado, 17 de outubro de 2015

Aula de sábado 10/10/2015



Hermenêutica Bíblica
Atos 8.26-31

Disciplina da teologia exegética que ensina as regras para interpretar as Escrituras e a maneira de aplicá-las corretamente.
I Cor 12.10 - interpretação – dar o sentido daquilo que é desconhecido.
Mc 5.41 - tradução – que quer dizer – palavra que procura explicar o sentido do aramaico.
Lc 24.27 – Explicação.
Para o verdadeiro cristão há pouquíssimas coisas tão importantes quanto estudar com sinceridade a Palavra de Deus. Preste atenção em uma ilustração.
Suponha que uma pessoa entre correndo na sala de sua igreja onde você e outros estejam estudando a Bíblia e diga que descobriu moedas de ouro na parte dos fundos da igreja, sendo que o barulho denuncia que o número de moedas parece maior à medida que se aprofunda a escavação, chegando  a uma profundidade de 70 metros. A sala se esvaziaria numa fração de segundos, e você não se contentaria em pegar apenas as moedas que estivesse na superfície. Você começaria a cavar e logo estaria comprando ferramentas e aprendendo a usá-las (enxadões, picaretas, etc.) para cavar cada vez mais fundo. Isso é real quando se trata de estudar a Bíblia, quanto mais fundo você chega, maiores as recompensas.
É claro que é possível ser abençoado no nível mais superficial, mas por que ficar ali se você pode cavar mais fundo e achar tesouros ainda maiores? O propósito deste estudo é fornecer-lhe as ferramentas necessárias para cavar mais fundo na palavra e ensiná-lo a usá-las.

domingo, 24 de maio de 2015

Material da aula de sábado (23/05/2015)



Material da aula de sábado (23/05/2015)


Historicamente o livro de Êxodo trata do livramento de Israel do Egito; mas considerado doutrinariamente, trata da redenção. Assim como o livro do Gênesis ensina que Deus escolhe para a salvação, do mesmo modo o de Êxodo instrui-nos como Deus salva, a saber, pela redenção.
Redenção é o tema dominante no livro de Êxodo. Ele nos mostra para que somos redimidos – Adoração.

Escopo:
1.   Necessidade de redenção – povo escravizado (1-6)
2.   Poder do redentor – manifestado nas pragas (7-11)
3.   Contemplamos o caráter da redenção – comprados com sangue, emancipados com poder (12 a 18)
4.   Aprendemos o dever dos redimidos – a obediência ao Senhor (19-24)
5.   Provisões feitas para os fracassos dos redimidos – vistas no tabernáculo e nos seus serviços (25-40)

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Material de Apoio - Curso Professores EBD



Hermenêutica



É a disciplina da Teologia Exegética que ensina as regras para interpretar as Escrituras e a maneira de aplicá-las corretamente. Seu objetivo primário é estabelecer regras gerais e específicas de interpretação, a fim de entender o verdadeiro sentido do autor ao redigir as Escrituras. É a ciência da compreensão de textos bíblicos.
A hermenêutica propõe-se a postular métodos válidos de interpretação. Um método é todo processo racional usado para se chegar a determinada conclusões válidas. Em hermenêutica, refere-se às regras ou técnicas usadas para chegar ao conhecimento do significado original do texto.


Terminologia

O termo hermenêutica procede do verbo grego hermeneuein, usualmente traduzido por interpretar, e do substantivo hermeneia , que significa “interpretação”. Tanto o verbo quanto o substantivo podem significar “traduzir, tradução”, ou “explicar, explicação”.


Propósito da Hermenêutica

A hermenêutica propõe-se a auxiliar o obreiro e a qualquer estudante  da bíblia, a usar métodos de interpretações confiáveis, além de estabelecer os princípios fundamentais da exegese bíblica, como base para o estudo do texto na sua diversidade lingüística, cultural e histórica.
Além disso, podemos acrescentar que por fim, a hermenêutica auxilia o estudante a analisar criticamente, com critérios objetivos, os métodos e resultados de um estudo ou exegese de qualquer texto da bíblia.

Correlação entre Hermenêutica, Exegese e Eisegese

A hermenêutica precede a exegese. Esta, por sua vez, vale-se dos princípios, regras e métodos hermenêuticos em suas conclusões. O sentido literal do termo confunde-se com o vocábulo hermenêutica, de sorte que, às vezes, se usa os dois termos simultaneamente. Exegese é a aplicação dos princípios hermenêuticos para se chegar a um entendimento correto do texto. É o estudo do sentido literal do texto. Refere-se a ideia de que o intérprete está derivando o seu entendimento do texto, em vez de incutir no texto o seu entendimento. Enquanto a hermenêutica é a teoria da interpretação, a exegese é a prática. Teologicamente, a exegese é o capítulo da Teologia que estuda a interpretação, utilizando-se de modos formais de explicação, que podem ser aplicados a algumas passagens das Escrituras a fim de compreender o seu sentido. Já a Eisegese, consiste em manipular o texto para dizer o que ele não diz.
A finalidade da hermenêutica é muito mais do que interpretação. Sua finalidade é guiar-nos a uma compreensão adequada de Deus através de Cristo, a Palavra Encarnada. As interpretações dos textos do Antigo e Novo Testamento devem ter o efeito de uma preocupação evangelística e pastoral, mais do que técnica e documental. A hermenêutica deve ser um instrumento que conduz o homem a Deus.
Função da Hermenêutica e da Exegese Bíblica

Traduzir o texto original tornando-o compreensível em língua vernácula, sem sangrar o sentido primário;
Compreender o sentido do texto dentro de seu ambiente histórico-cultural e léxico-sintático;
Explicar o verdadeiro sentido do texto, em todas as dimensões possíveis (autor, audiência, condições sociais, religiosas, etc.);
Tornar a mensagem das Escrituras inteligível ao homem moderno; e
Conduzir-nos a Cristo.

sábado, 15 de dezembro de 2012

O Compromisso do Povo da Aliança



O livro do profeta Ageu.



O livro trata de três problemas comuns a todos os povos em todos os tempos e oferece três soluções inspiradoras àqueles problemas. O primeiro é o desinteresse (1.1-15). O povo havia retornado do exílio com o propósito determinado de reconstruir o templo em Jerusalém (Ed 1.2-4) e eles haviam iniciado sua tarefa determinada; mas a oposição apareceu, e o trabalho cessou. O povo havia se tornado mais preocupado com a construção de casas bonitas para eles mesmos, talvez numa tentativa de apagar a memória do seu exílio numa terra estranha (1.4). Para despertá-los da sua atitude de indiferença, Deus fala duas vezes ao povo. Primeiro eles precisam perceber que são infrutíferos (1.5-6), porque eles tinham abandonado a Casa de Deus e ido para sua própria casa (1.7-9). Todo o esforço deles para construir seu próprio reino nunca produzirá resultados permanentes. Após ver seu problema, o povo, precisa entender que Deus irá aceitar o que eles fazem, afim de que Deus seja glorificado, se eles entregarem a ele o que eles têm (1.8).
O segundo problema é o desencorajamento (2.1-9). Algumas das pessoas mais idosas do grupo que retornou do exílio tinham visto o templo de Salomão, quando eram ainda crianças, de modo que nenhuma construção, embora bonita, podia ser comparada com a glória daquele antigo templo (2,3). O desencorajamento das pessoas mais velhas havia rapidamente influenciado as mais jovens, de modo que, menos de um mês após o início da reconstrução, a obra do templo havia cessado. Mas, novamente, Ageu leva uma mensagem destinada a tratar decisivamente do desencorajamento. A solução tem duas partes: uma trata do problema urgente; a outra de uma solução de longo alcance. Por hora, basta ao povo esforçar-se e trabalhar (2.4). A outra serve para combater o desencorajamento é para os construtores saberem que eles estão construindo para o dia em que Deus encher  essa casa com a glória que será maior do que do templo de Salomão (2.9).
O último problema que Ageu tem de enfrentar é o problema da insatisfação (2.10-23). Agora que o povo está trabalhando, eles esperam uma inversão imediata de todos os seus anos de inatividade. Então, o profeta vai com uma pergunta aos sacerdotes (2.12-13) acerca das coisas limpas e imundas e da influência deles sobre outra. A resposta dos sacerdotes é que a imundície é infecciosa, enquanto a santidade não é. A aplicação é óbvia: não espere que o trabalho de três meses desfaça a negligência de dezesseis anos. A próxima palavra do Senhor ao povo é uma surpresa: “Mas desde este dia vos abençoarei” (2.19). O povo precisava entender  que as bênçãos de Deus não podem ser ganhas como pagamento, mas vão como dádivas graciosas de um Deus doador. Deus escolheu Zorobabel para ser um anel de selar (2.23), isto é, para representar a natureza de servo a ser cumprida, finalmente, no mais importante filho de Zorobabel, Jesus Cristo.  (Bíblia de Estudo Plenitude)